NUNO CORREIA 8ºC 28
JOÃO SILVA 8ºB 28
HUGO ALVES 8ºB 28
FÁBIO 8ºB 26
MICAELA SOUSA 8ºB 26
CAROLINA ANTÃO 8ºB 26
MARIANA ANTÃO 8ºB 26
MARTA MARQUES 8ºB 25
MÁRIO 8ºB 24
ANDRÉ MATOS 8ºB 24
ANA VASCO 8ºB 24
JOÃO SILVA 9ºC 24
MATHIAS ALEXANDRE8ºB 23
DÁRIO 8ºB 20
CARLOS CEF2ºANO 19
JOÃO CABRITA 8ºB 18
RICARDO SILVA 8ºB 18
LÚCIA ISABEL 6ºB 18
MILENE CAVAQUINHO8ºC 18
MARIAN IONUT 5ºB 13
INÊS NEVES 6ºB 10
JOÃO GONÇALVES 6ºC 8
CATARINA SIMÃO 6ºC 8
LILIANA GUERREIRO6ºC 8
LUÍS RAMOS 6ºC 8
INÊS BRITO 6ºB 7
ANA MARTA 5ºC 6
MARIANA 5ºC 2
Parabéns a todos os alunos pela participação... o texto de Dezembro já está disponível na tua biblioteca.
O texto de Novembro corrigido:
"D. CAIO"
Era um alfaiate muito poltrão, que estava a trabalhar à porta da rua. Como ele tinha medo de tudo, o seu maior gosto era fingir de valente. Vai de uma vez, vio muitas moscas juntas e de uma pancada matou sete. Daqui em diante, não fazia senão gabara-se:
- Eu cá mato sete de uma vez!
Ora o rei andava muito triste, porque lhe tinha morrido na guerra o seu general D. Caio, que era o maior valente que avia. Como sabiam que o país não tinha quem manda-se combatê-las, as tropas inimigas puseram-se a caminho. Os que ouviam o alfaiate a dizer por toda a parte “Eu cá mato sete de uma vez!” foram logo contá-lo ao rei. Este lembrou-se de que quem era assim tão valente seria capaz de ocupar o posto de D. Caio. Assim, o gabarola foi levado à presença do rei, que lhe perguntou:
- É verdade que matas sete de uma vez?
- Saberá Vossa Majestade que sim.
- Então quero que vás comandar as minhas tropas e comandar os inimigos, que já nos está a cercar.
Mandou vir o fardamento de D. Caio e fê-lo vestir ao alfaiate, que era muito baixinho, e ficou com o chapéu de dois bicos enterrado até às orelhas. Depois disse que trouxessem o cavalo branco de D. Caio para o alfaiate montar. Ajudaram-no a subir para o cavalo, e ele já estava a tremer como varas verdes. E, assim que o cavalo sentiu as esporas, botou à desfilada. Aflito, o alfaiate desatou a gritar:
- Eu caio! Eu caio! Todos os que o ouviam por onde ele passava diziam: - Ele agora diz que é o D. Caio! Já temos homem! O cavalo, que andava acostumado às batalhas, correu para o sítio em que estavam os soldados já a lutar, e o alfaiate sempre com medo de cair, a gritar como um desesperado: - Eu caio! Eu caio!
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