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20/06/11

TOP LEITOR



1º lugar Luís Ramos – 7º A (58 livros requisitados)
2º lugar Carla Rodrigues – 7º A (45 livros requisitados)
3º lugar Sara Ribeiro – 6º B (36  livros requisitados)

Caça ao ERRO

1º lugar : Ana Rita - 6º C
2º lugar: Willa Semedo - 9º B
3º lugar: Milene Cavaquinho - 9º B


07/06/10

Vencedor do concurso "Caça ao Erro" 09-10


Eis o nosso vencedor do concurso "Caça ao Erro". Como prémio o Nuno Correia do 8º C recebeu um livro e um certificado de 1º lugar. Parabéns pelo empenho!

10 de JUNHO - Dia de PORTUGAL, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Sabias que Luís de Camões morreu neste dia em 1580?

É a razão de este ser o Dia de Portugal, chamado oficialmente Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Este poeta foi uma das pessoas que mais elogiou as aventuras heróicas dos nossos antepassados! Ele próprio era um grande aventureiro!Sabias que, há bastantes anos, o 10 de Junho era chamado o «Dia da Raça»? «Raça» lusitana, ou seja, todos os que são portugueses, tanto os que estão em Portugal como os que vivem por todo o mundo!
Nessa época falava-se muito de heroísmo e orgulho na nação. Na justa medida, são elementos importantes para manter uma cultura e um sentimento patriótico.Mas repara: patriotismo não se deve confundir com nacionalismo.
Neste último, os sentimentos positivos de pertença a um país (patriotismo) tornam-se negativos e o acha-se que o próprio país é «superior» a todos os outros... Isso pode ser mau.
Bom, e agora outra questão:Sabias que a nossa língua é a 7ª mais falada do mundo? E olha que existem milhares de línguas e dialectos! Mas não é só Camões que representa o nosso país. Existem outros símbolos que nos representam e que também têm história:

- a bandeira nacional;

- o hino nacional;

- a moeda nacional (até à chegada do euro);

- e a língua portuguesa!
Fonte: http://www.junior.te.pt

04/01/10

Resultados do Caça ao Erro de Dezembro

Nome
Ano e Turma
Pontuação
Nuno 8ºC 24
João Silva 9ºC 20
Carla Sofia 6ºA 16
João Marcelo 6ºC 16
Pedro Melo 6ºC 16
Milene 8ºC 14
João Oliveira 5ºC 14
Cátia Raquel 6ºC 13
Rita Vicente 6ºA 9
Lúcia Costa 6ºB 8

TEXTO CORRIGIDO
Aproximava-se o Natal.
Na escola, nas largas avenidas, nas montras dos estabelecimentos e nas casas sentia-se já o ambiente festivo.
Em algumas ruas movimentadas, os operários, no cimo dos escadotes, penduravam nos arcos coloridos: sinos brilhantes, velas pintadas, estrelas doiradas, lâmpadas de todas as cores, figuras de anjos e belas palavras como Paz, Alegria, Amor.
As montras das lojas estavam cheiinhas de coisas apetitosas e brilhantes.
Na escola, os alunos e os professores andavam numa roda-viva. Desenhavam e pintavam, nos cartões de Boas-Festas, folhas de azevinho, velas e estrelas, escreviam frases, exprimindo desejos.
Mariana fez, com muito cuidado, uma composição que entregou a Alexandre.
Contava como vivera o Natal nos anos anteriores, lembrando o entusiasmo das corridas no campo com as outras crianças, à procura de musgo aveludado e de pedrinhas para o presépio da Igreja e recordava o grande pinheiro resplandecente de luzes que colocavam na escola.
Em sua casa ardia um enorme madeiro, na grande lareira da cozinha. Saltavam faúlhas e as labaredas davam a tudo um brilho mais quente e acolhedor.
Recordou os cânticos sempre tão belos e cheios de uma pureza renovada que o coro entoava e se repercutiam pelas naves da velha Igreja, mais enfeitada de luzes e flores nessa Noite. E deitada num berço de palhinhas, a imagem rechonchuda de um Menino sorridente.
Já pela madrugada, era a hora do chá quente, das filhós regadas com mel e dos nogados a brilhar nas folhas da laranjeira.
Finalmente, era o momento do misterioso encanto de colocar o sapato debaixo da chaminé. E, no outro dia, logo pela manhã, era o retirar nervoso dos fios dourados e dos papéis que envolviam as caixas, os gritos de júbilo, a corrida para a rua para mostrar às amigas os brinquedos novos, os chocolates prometendo doçuras sob o prateado colorido dos invólucros.
Aguilar, Mariana, Mariana na Fronteira do Sonho

02/12/09

Caça ao ERRO - resultados de Novembro

Nome Turma Pontuação
NUNO CORREIA 8ºC 28
JOÃO SILVA 8ºB 28
HUGO ALVES 8ºB 28
FÁBIO 8ºB 26
MICAELA SOUSA 8ºB 26
CAROLINA ANTÃO 8ºB 26
MARIANA ANTÃO 8ºB 26
MARTA MARQUES 8ºB 25
MÁRIO 8ºB 24
ANDRÉ MATOS 8ºB 24
ANA VASCO 8ºB 24
JOÃO SILVA 9ºC 24
MATHIAS ALEXANDRE8ºB 23
DÁRIO 8ºB 20
CARLOS CEF2ºANO 19
JOÃO CABRITA 8ºB 18
RICARDO SILVA 8ºB 18
LÚCIA ISABEL 6ºB 18
MILENE CAVAQUINHO8ºC 18
MARIAN IONUT 5ºB 13
INÊS NEVES 6ºB 10
JOÃO GONÇALVES 6ºC 8
CATARINA SIMÃO 6ºC 8
LILIANA GUERREIRO6ºC 8
LUÍS RAMOS 6ºC 8
INÊS BRITO 6ºB 7
ANA MARTA 5ºC 6
MARIANA 5ºC 2
Parabéns a todos os alunos pela participação... o texto de Dezembro já está disponível na tua biblioteca.

O texto de Novembro corrigido:
"D. CAIO"

Era um alfaiate muito poltrão, que estava a trabalhar à porta da rua. Como ele tinha medo de tudo, o seu maior gosto era fingir de valente. Vai de uma vez, vio muitas moscas juntas e de uma pancada matou sete. Daqui em diante, não fazia senão gabara-se:
- Eu cá mato sete de uma vez!
Ora o rei andava muito triste, porque lhe tinha morrido na guerra o seu general D. Caio, que era o maior valente que avia. Como sabiam que o país não tinha quem manda-se combatê-las, as tropas inimigas puseram-se a caminho. Os que ouviam o alfaiate a dizer por toda a parte “Eu cá mato sete de uma vez!” foram logo contá-lo ao rei. Este lembrou-se de que quem era assim tão valente seria capaz de ocupar o posto de D. Caio. Assim, o gabarola foi levado à presença do rei, que lhe perguntou:
- É verdade que matas sete de uma vez?
- Saberá Vossa Majestade que sim.
- Então quero que vás comandar as minhas tropas e comandar os inimigos, que já nos está a cercar.
Mandou vir o fardamento de D. Caio e fê-lo vestir ao alfaiate, que era muito baixinho, e ficou com o chapéu de dois bicos enterrado até às orelhas. Depois disse que trouxessem o cavalo branco de D. Caio para o alfaiate montar. Ajudaram-no a subir para o cavalo, e ele já estava a tremer como varas verdes. E, assim que o cavalo sentiu as esporas, botou à desfilada. Aflito, o alfaiate desatou a gritar:
- Eu caio! Eu caio! Todos os que o ouviam por onde ele passava diziam: - Ele agora diz que é o D. Caio! Já temos homem! O cavalo, que andava acostumado às batalhas, correu para o sítio em que estavam os soldados já a lutar, e o alfaiate sempre com medo de cair, a gritar como um desesperado: - Eu caio! Eu caio!